Estresse – fisiopatologia

Quando o cérebro, independente da vontade, interpreta alguma situação como ameaçadora ou tensa, todo organismo passa a desenvolver uma série de alterações denominadas, em seu conjunto, de Síndrome Geral da Adaptação ou Estresse. Na primeira etapa dessa situação ocorre uma Reação de Alarme, onde todas as respostas corporais entram em estado de prontidão geral ou seja, todo organismo é mobilizado sem envolvimento específico ou exclusivo de algum órgão em particular. É um estado de alerta geral, tal como se fosse um susto.

Se esse Estresse continua por um período mais longo sobrevém a segunda fase, chamada de Fase de Adaptação ou Resistência, a qual acontece quando a tensão se repete. Nesta fase o corpo começa a acostumar-se aos estímulos causadores do Estresse e entra num estado de resistência ou de adaptação.

Durante este estágio o organismo adapta suas reações e seu metabolismo para suportar o Estresse por um tempo. Neste estado a reação de Estresse pode ser canalizada para um órgão específico ou para um determinado sistema, seja o sistema cardiológico, por exemplo, ou a pele, o sistema muscular, aparelho digestivo, etc.

Entretanto, a energia dirigida para adaptação da pessoa à solicitação estressante não é ilimitada e se o Estresse continuar o corpo todo pode entrar na terceira fase, o Estado de Esgotamento, onde haverá queda acentuada da capacidade adaptativa.

Resumindo a Síndrome Geral de Adaptação descrita por Selye na década de 1930, consiste em três fases sucessivas: Reação de Alarme, Fase de Adaptação ou Resistência e Fase de Exaustão ou Esgotamento. A Fase de Exaustão é atingida nas situações mais graves e, normalmente, persistentes. Vejamos uma a uma.

Toda revolução orgânica começa com ativação do eixo que vai de uma região cerebral, o hipotálamo, até as glândulas suprarrenais, o chamado eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal. Essa série de respostas hormonais tem início na Reação de Alarme.

Em primeiro momento, as suprarrenais aumentam a secreção de noradrenalina, objetivando preparar o organismo para a ação, em seguida passa a liberar a adrenalina e, por fim o cortisol.

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A atividade das Glândulas Suprarrenais é regulada pela Hipófise e esta é comandada pelo Hipotálamo. Estímulos externos atuam sobre o hipotálamo e tem início o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal. Estímulos dolorosos ou qualquer tipo de estresse físico ou emocional, lesão tecidual ou esforço imunológico são transmitidos, inicialmente, para o tronco cerebral, seguindo para a eminência mediana do Hipotálamo.

O Estresse mental, tanto quanto o físico, pode causar aumento igualmente rápido da atividade das Glândulas Suprarrenais através do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal. Tal estímulo estressante emocional se dá por meio do sistema límbico, que é um conjunto de células nervosas ligado principalmente às emoções, à cognição, e ao aprendizado. Nesse caso, as amígdalas e o hipocampo transmitem sinais sobre o panorama emocional para o hipotálamo medial posterior.

 

 

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Reação de Alarme
A Reação de Alarme subdivide-se em dois estados, a fase de choque e a fase de contrachoque. As alterações fisiológicas na fase de choque, momento em que o indivíduo experimenta o estímulo estressor, são muito exuberantes (Quadro 1).

Durante a Reação de Alarme o chamado Sistema Nervos Autônomo (SNA) participa ativamente do conjunto das alterações fisiológicas. O SNA é um complexo conjunto neurológico que controla autonomamente todo o meio interno do organismo através da ativação e inibição dos diversos sistemas, vísceras e glândulas.

Ainda durante o momento em que está havendo estimulação estressante aguda (Fase de Choque da Reação de Alarme), uma área do Sistema Nervoso Central denominado Hipotálamo promove a liberação de um neuro-hormônio, o qual, por sua vez, estimula a hipófise (glândula que faz parte do Hipotálamo) a liberar um outro hormônio, o ACTH. Este último ganha a corrente sanguínea e estimula as glândulas suprarrenais para a secreção de cortisol. Vejamos com detalhes.

Quadro 1 – Alterações na Fase de Choque da Reação de Alarme
Alterações Objetivos
 

Aumento da frequência cardíaca e pressão arterial

 

Sangue circulando mais rápido melhora a atividade muscular esquelética e cerebral, facilitando a ação e o movimento.

 

Contração do baço.

 

Levar mais glóbulos vermelhos à corrente sanguínea e melhora a oxigenação do organismo e de áreas estratégicas.

 

O fígado libera mais glicose.

 

Para ser utilizado como alimento e energia para os músculos e cérebro.

 

Redistribuição sanguínea.

 

Diminui o sangue dirigido à pele e vísceras, aumentando para músculos e cérebro.

 

Aumento da frequência respiratória e dilatação dos brônquios.

 

Favorece a captação de mais oxigênio pelo sangue.

 

Dilatação das pupilas.

 

Para aumentar a eficiência visual.

 

Aumento do número de linfócitos na corrente sanguínea.

 

Preparar os tecidos para possíveis danos por agentes externos agressores

Reação de Alarme
A Reação de Alarme subdivide-se em dois estados, a fase de choque e a fase de contrachoque. As alterações fisiológicas na fase de choque, momento em que o indivíduo experimenta o estímulo estressor, são muito exuberantes (Quadro 1).

Durante a Reação de Alarme o chamado Sistema Nervos Autônomo (SNA) participa ativamente do conjunto das alterações fisiológicas. O SNA é um complexo conjunto neurológico que controla autonomamente todo o meio interno do organismo através da ativação e inibição dos diversos sistemas, vísceras e glândulas.

Ainda durante o momento em que está havendo estimulação estressante aguda (Fase de Choque da Reação de Alarme), uma área do Sistema Nervoso Central denominado Hipotálamo promove a liberação de um neuro-hormônio, o qual, por sua vez, estimula a hipófise (glândula que faz parte do Hipotálamo) a liberar um outro hormônio, o ACTH. Este último ganha a corrente sanguínea e estimula as glândulas suprarrenais para a secreção de cortisol. Vejamos com detalhes.

Inicialmente há envolvimento do hipotálamo, que ativa todo o Sistema Nervoso Autônomo em sua porção Simpática, ativando assim as respostas físicas, mentais e psicológicas ao estresse.

É também no hipotálamo que se localiza a hipófise, a glândula mestre do sistema endócrino. Para que a hipófise comece sua respostas ao Estresse, o próprio hipotálamo secreta algumas substâncias, como é o caso, entre outros, da dopamina, da noradrenalina e do fator liberador da corticotrofina (CRF).

Em resposta ao aumento da produção de dopamina, noradrenalina e do fator liberador da corticotrofina pelo hipotálamo, a hipófise aumenta a produção de seus hormônios, tais como a vasopressina, a prolactina, o hormônio somatotrófico (ou hormônio do crescimento – GH), o hormônio estimulador da tireoide (TSH).

Alguns estudos sugerem que a emoção da raiva, quando dirigida para fora, está associada mais à secreção de noradrenalina. Entretanto, na depressão e a na ansiedade, onde os sentimentos estão dirigidos mais para si próprio, a secreção de adrenalina predomina.

Pode ocorrer, no Estresse, tanto uma inibição quanto um aumento desmedido do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH), produzido no hipotálamo e capaz de estimular a hipófise para a liberação dos hormônios gonadotróficos,.

Por causa de tudo isso, o hipotálamo é considerado o principal sítio cerebral responsável pela constelação das respostas orgânicas aos agentes estressores. A hipófise, por sua vez, tem como uma das principais ações estimular o sistema endócrino, notadamente as glândulas suprarrenais.

A expressão “eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal” se refere exatamente à essa conexão tríplice, considerada o pontapé inicial de todo mecanismo de Estresse.

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A partir da produção do fator liberador da corticotrofina o hipotálamo estimula a hipófise a aumentar a produção da corticotrofina, chamada também de hormônio adreno-córticotrófico (ACTH), o qual, por sua vez, agirá nas glândulas suprarrenais. Nas glândulas suprarrenais ocorrerá um aumento na liberação de seus hormônios; o cortisol e as catecolaminas. Esses últimos são de fundamental importância na resposta fisiológica ao estresse por tratar-se da adrenalina e noradrenalina.

O aumento na produção destes hormônios pelas suprarrenais são os principais indicadores biológicos da resposta ao estresse. Isso quer dizer que dosando-se, por exemplo, o cortisol saberemos indiretamente como está funcionando as glândulas suprarrenais e, consequentemente, como está o nível de estresse.

Com o mesmo raciocínio algumas pesquisas confirmaram o aumento da secreção de catecolaminas suprarrenais durante o Estresse. Sabe-se indiretamente desse aumento através da presença de metabólitos dessas substâncias na urina.

Os níveis aumentados de cortisol influenciam o sistema imunológico inibindo a resposta inflamatória, afetando essencialmente a função das células T. Temporariamente esta inibição imunológica parece ser benéfica, tendo em vista diminuir a intensidade das reações inflamatórias aos agentes de estresse.

Resumindo, durante a Fase de Choque predomina a atuação de uma parte do Sistema Nervos Autônomo chamado de Sistema Simpático, o qual proporciona descargas de adrenalina da medula da glândula suprarrenal e de noradrenalina das fibras pós-ganglionares para a corrente sanguínea.

Efeitos do Sistema Simpático

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Alguns efeitos do Sistema Nervoso Autônomo, em sua parte Simpática, sobre o organismo.  Como se vê, o objetivo do Sistema Simpático é favorecer a adaptação (mecanismo de luta ou  fuga) aumentando o desempenho do indivíduo.

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Chama-se sistema nervoso parassimpático a parte do sistema nervoso autônomo responsável por estimular ações que permitem ao organismo responder a situações de calma. Essas ações são: a desaceleração dos batimentos cardíacos, diminuição da pressão arterial, a diminuição da adrenalina e a diminuição do açúcar no sangue.

O sistema nervoso simpático estimula ações que permitem ao organismo responder a situações de estresse, como a reação de lutar ou fugir. Essas ações envolvem a aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, o aumento da adrenalina, a concentração de açúcar no sangue, ativação do metabolismo geral do corpo.

Adaptação ou Resistência
A Fase de Resistência se caracteriza, basicamente, pela hiperatividade da glândula suprarrenal sob influência do hipotálamo, particularmente da hipófise. Nesta fase, mais crônica, há aumento no volume da suprarrenal concomitante a uma atrofia do baço e das estruturas linfáticas, assim como um aumento dos glóbulos brancos do sangue (leucocitose).

A ação da hipófise ao ativar todo o Sistema Endócrino ocorre porque o organismo necessita concentrar maior quantidade de energia para se defender. As descargas simpáticas na camada medular das glândulas suprarrenais provoca a liberação de catecolaminas nas situações emergenciais do estresse, e simultaneamente é ativada a glicogênese no fígado com o propósito de aumentar a glicose no sangue, inibindo a insulina e estimulando o glucagon, estes dois últimos hormônios pancreáticos.

Durante essa fase de adaptação prossegue o aumento de atividade do Sistema Simpático e a liberação de catecolaminas. Esse mecanismo hormonal permite maior aporte de glicose às células em geral, seguido pela liberação de glicocorticóides, os quais são fundamentais para a excitação de atividades cerebrais durante a Síndrome Geral de Adaptação ou Estresse.

Os glicocorticóides (GC) regulam também as catecolaminas, pois a síntese das catecolaminas também necessita de glicose. Os GC são corticosteróides capazes de estimular a síntese de RNA, formadora de proteína e de glicogênio e suprime a síntese de DNA.

A taxa de glicose precisa ser elevada no sangue para que haja energia disponível ao longo do Estresse. Mas, se o estresse continua por muito tempo, os glicocorticóides são destrutivos para os tecidos, inibindo o crescimento somático e ósseo.

Assim, se os estímulos estressores continuam e se tornam crônicos, a resposta começa a diminuir de intensidade, podendo haver uma antecipação das respostas. É como se a pessoa começasse a se acostumar com os estressores mas, não obstante, pudesse também desenvolver a reação de Estresse diante da simples perspectiva ou expectativa do estímulo.

Vamos imaginar, hipoteticamente, uma pessoa que se deparasse com uma cobra no meio de sua sala, quase todas as vezes que entrasse em casa. Com o tempo sua reação ao ver a cobra tende a diminuir, embora ainda continue tomando muito cuidado. Vai chegar um momento em que, ainda que não veja cobra ao chegar em casa, antes de entrar na sala ficará estressado.

Talvez, neste exemplo, a ansiedade aumente significativamente apenas ao imaginar onde poderia estar hoje a tal cobra. Diz um ditado que a diferença entre medo e ansiedade é exatamente essa; medo é ver uma cobra dentro do quarto e ansiedade é saber que tem uma cobra dentro do quarto mas não se sabe onde. Se o agente ou estímulo estressor continua, o organismo vai à terceira fase da SGA, a Fase de Exaustão.

Fase de Exaustão ou Esgotamento
É quando começam a falhar os mecanismos de adaptação e haver déficit das reservas de energia. Essa fase é grave, levando à morte alguns organismos. A maioria dos sintomas somáticos e psicossomáticos ficam mais exuberantes nessa fase.

Como se supõe, a resistência do organismo não é ilimitada. O estado de Resistência é o conjunto das reações gerais que se desenvolvem com a exposição prolongada aos agentes estressores, diante dos quais desenvolveu-se adaptação e que, posteriormente, o organismo não foi capaz de mantê-la.

As modificações biológicas que aparecem nessa fase de esgotamento se assemelham aquelas da Reação de Alarme, mais precisamente às da fase de choque. Mas, nesta fase o organismo já não é capaz de equilibrar-se por si só e sobrevém a falência adaptativa.

Através da fisiologia do estresse fica claro que o ser humano e outros animais foram dotados de um complexo mecanismo fisiológico à disposição da adaptação, mecanismo esse capaz de promover transformações diante de circunstâncias novas e às quais o indivíduo deve adaptar-se.

Na realidade, toda revolução fisiológica produzida pelo estresse visa colocar o organismo à disposição da adaptação. Não se trata apenas da adequação paulatina do desempenho físico e visceral às solicitações, mas, sobretudo, fornecer uma quantidade suficiente de ansiedade para a manutenção do estado de alerta. Dessa forma melhoram as possibilidades de ataque ou de fuga.

Enfim, a Síndrome Geral de Adaptação viabiliza as atitudes adaptativas necessárias para a manutenção da vida diante de um mundo dinâmico e altamente solicitante. É curioso que esta maravilhosa característica adaptativa proporcionada pela Síndrome Geral de Adaptação, possa estar relacionada com o desenvolvimento de transtornos emocionais, físicos e psicossomáticos.

Talvez o ser humano tenha começado a padecer com a Síndrome Geral de Adaptação quando seus objetivos, inicialmente colocados à disposição da sobrevivência, foram deslocados para o atendimento das necessidades sociais e, principalmente, afetivas. Os agentes estressores que continuamente estimulam a pessoa não representam mais apenas ameaças ao seu bem estar físico e imediato, mas, antes disso, representam também uma tomada de atitude diante de ameaças subjetivas e abstratas.

Talvez em algum momento de nossa pré-história não bastava ao ser humano apenas sobreviver, como teria sido a preocupação absoluta de nossos ancestrais da caverna mas, necessitava sobreviver socialmente, profissionalmente, familiarmente e economicamente. Não era mais necessário adaptar-se apenas ao aqui e agora, mas, sobretudo, adaptar-se ao seu passado, ao seu presente e ao seu futuro.

 

O aqui-e-agora é apenas uma parte do esforço adaptativo do ser humano e, mesmo assim, não se trata de uma atitude voltada exclusivamente para a manutenção prática de sua existência. Psicologicamente a adaptação é convocada para que o indivíduo exista desta ou daquela forma e não simplesmente para que exista. Além disso, o ser humano tem que adaptar-se emocionalmente às suas cicatrizes do passado e às suas perspectivas do futuro.

O ser humano tem que se adaptar aos problemas da infância, às perdas e abandonos sofridos, às agressões, ao medo e às frustrações. Tem que adaptar-se às expectativas que seu grupo social lhe dirige, à uma identidade conveniente mas nem sempre sincera, adaptar-se à competição e à manutenção de seu espaço social, às angústias do amor, à conquista da segurança para seus entes queridos, enfim, tem que adaptar-se às ameaças impalpáveis e abstratas, ameaças essas encontradas em seu próprio interior, como se fosse um inimigo sempre presente. Tudo isso, ou seja, todos estes estímulos estressores, são capazes de convocar a Síndrome Geral de Adaptação por tempo indeterminado.

As reações de Estresse resultam, exatamente, do esforço adaptativo. As doenças, como por exemplo o estado bem conhecido como “esgotamento”, surgem quando o estímulo estressor for muito intenso ou muito persistente. É o custo (mental e biológico) do esforço adaptativo.

Os efeitos da Síndrome Geral de Adaptação ao longo do tempo compõem o substrato fisiopatológico das doenças psicossomáticas. Cada órgão ou sistema será envolvido e apenado pelas alterações fisiológicas do Estresse continuado, de início apenas com alterações funcionais e depois, com lesões estruturais.

Por causa disso, podemos dizer que as Doenças Psicossomáticas são determinadas ou agravadas por motivos emocionais, já que é sempre a emoção quem detecta a ameaça e o perigo, sejam eles reais, imaginários ou fantasiosos.

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A natureza foi generosa dotando os animais e o ser humano com a ansiedade ou estresse como equipamento para favorecer a adaptação. Porém, não havendo tempo suficiente para a recuperação desse esforço adaptativo para restabelecer energias, ou seja, persistindo continuadamente os estímulos estressores que desencadeiam a ansiedade, os recursos para a adaptação acabam por se esgotar. O esgotamentoé, como diz o próprio nome, um estado onde as reservas de recursos para a adaptação se acabam.

A ansiedade aparece em nossa vida como um sentimento de apreensão, uma sensação de que algo está para acontecer, um contínuo estado de alerta e uma pressa em terminar as coisas que ainda nem começamos.

Há, organicamente no esgotamento, alterações significativas nas glândulas suprarrenais (de adrenalina e cortisona), há dificuldades no controle da pressão arterial, há alterações do ritmo cardíaco, alterações no sistema imunológico, no controle dos níveis de glicose do sangue, entre muitas outras. Psiquicamente a ansiedade crônica ou esgotamento leva à um estado de apatia, desinteresse, desânimo e uma espécie de pessimismo em relação à vida.

para referir:
Ballone GJ Estresse – Fisiologia – in. PsiqWeb, Internet, disponível emwww.psiqweb.med.br, revisto em 2015